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Em virtude da implantação do projeto de “Gerência da Porta 25″ (http://www.antispam.br/admin/porta25) pelos grandes provedores de acesso à Internet (Virtua, Velox, GVT e outros), informamos que será necessário a alteração imediata da porta SMTP (envio de mensagens) configurada no programa de correio.

Ressaltamos que essa alteração independe da nossa vontade. Os grandes provedores de acesso já estão bloqueando o envio de mensagens através da porta 25. A nova porta que deverá ser utilizada é 587. As demais configurações permanecerão inalteradas.

A alteração da porta é realizada nas propriedades da conta de e-mail, dentro da aba “Avançado”, na maioria dos programas de correio (Outlook Express, Microsoft Outlook, Thunderbird e outros).

Qualquer dúvida ou problema, por favor, entre em contato conosco.

contato@codeflex.com.br

Independente do objetivo do seu email marketing, uma coisa é certa: a sua mensagem terá um impacto para a marca e também será impactada pela força que a marca possui.

A força da sua marca é um importante fator na decisão do destinatário de ler ou não a mensagem recebida. Para cada email que chega à caixa de entrada, é dada alguma consideração. O nome da empresa ou logotipo, quando visualizado pelo leitor, já diz muito sobre a finalidade e a consistência da mensagem. Então, não há dúvida, a marca influencia diretamente no envolvimento do público com suas campanhas de email marketing.

E a mensagem, com seu design e conteúdo, influencia amplamente no relacionamento e na fidelização do público, o que reflete diretamente na equidade da marca. Marca e mensagem, as duas coisas se relacionam e formam um ciclo vital para o sucesso das campanhas online.

Neste cenário, percebemos o quanto é importante ter relevância ao realizar as ações de email marketing. A pertinência e a adequação do conteúdo fazem com que a imagem da sua empresa ganhe credibilidade, principal atributo para a marca. A preocupação com fatores como esse traz maior destaque no que mais chama atenção do receptor ao clicar (ou não) em seu email: o remetente.

Quanto vale a participação de sua marca em meio a tantos emails marketing recebidos diariamente pelo leitor? Estamos falando de share mind. O email marketing traz recursos que permitem mensurar, de forma real, esse valor.

Estar atento à receptividade da sua audiência em relação à imagem da empresa é indispensável para que este ciclo funcione. A taxa de rejeição das ações de email marketing, que é medida pelo número de pessoas que reagem negativamente quando abordadas por campanhas online, deve sempre ser monitorada. É preciso se preocupar com a reação negativa de um destinatário, porque sabemos que ela impacta na sua marca.

Se o impacto das campanhas for bom, suas ações de email marketing serão responsáveis pelo aumento da confiança do seu público e, consequentemente, pela maior credibilidade da marca. Essa receptividade resulta no que chamo de acúmulo de valor da marca. Quanto mais você desenvolve ações segmentadas e de fidelização, mais tem a atenção de seu target.

O que quero dizer aqui é que se trabalharmos, mesmo que de forma inconsciente, sem foco na imagem que projetamos, os riscos de distância de nosso alvo se multiplicam. Além de afastá-lo, colaboramos para um marketing viral negativo. E o que é pior, podemos prejudicar não somente os negócios, mas a reputação da marca. A forma como esse público passa a enxergar os produtos e/ ou serviços é a referência que ele usará ao comentar sobre sua empresa por aí.

Quanto sua rentabilidade pode aumentar quando você trabalha na boa reputação de sua marca? Quantos clientes são incrementados à carteira, a partir de campanhas realmente segmentadas? Se não pensarmos nisso, além de afastarmos quem já contava com nossos produtos, evitamos aumentar o número de adeptos de nosso core business.

A internet chegou para trazer um relacionamento bem mais próximo entre as empresas e os consumidores. E, junto com ela, uma nova forma de consumir também surgiu. O número de vezes que você tenta empurrar a sua marca por meio de incansáveis campanhas de email marketing – que tem menor custo em relação às mídias tradicionais – é diretamente proporcional ao número de vezes que pode ‘repugnar’ seu público. Mesmo que você pratique essas ações de forma inconsciente.

Da mesma forma, a importância de trabalhar a marca com foco, segmentação e personalização, tem relação direta com a atração. Quanto mais você investe seu tempo no planejamento da comunicação levando em conta o que refletirá na marca – e não em envios e envios de campanhas sem direcionamento – mais você ganha. Aqui não estou falando de retorno financeiro, esse deve ser a consequência, e não a causa.

A causa está na aplicação consciente das ações. E o número de envios para solidificar a marca? Com certeza, após ler esse texto, meu caro leitor, não será mais inconsciente.

Por Veruska Reina

Sabemos que uma das principais ferramentas para que um trabalho de marca seja bem sucedido é o marketing. Sabemos também que sem um planejamento estratégico e operacional e com ações altamente focadas em resultados, dificilmente alcançaremos vantagem competitiva e, por fim, o sucesso.
O planejamento alinhado às diretrizes da empresa, em consonância com as necessidades do mercado, é o ponto principal para que as metas sejam alcançadas. Ora, somos o que dizemos e, principalmente, protagonistas de nossa própria imagem. O público forma sua opinião a partir de sua avaliação que é, por consequência, fruto da mensagem que uma companhia transmite.
O boom da internet e seus inúmeros recursos mudaram a forma de se fazer marketing no mundo e, com isso, facilitou o dia a dia do profissional de comunicação que busca resultados em cada ação estrategicamente desenvolvida.
Como em todo e qualquer negócio, o marketing digital vem se tornando peça fundamental para a evolução do comércio eletrônico, que encerrou o semestre com R$ 4,8 bilhões, valor que representa um significativo aumento de 27% em relação ao primeiro semestre de 2008.
Um dos principais frutos desse cenário, além do aumento constante dos internautas na rede mundial, é a aplicação do marketing online. A importância que vem sendo dada às ferramentas existentes para propagação da marca tem relação direta com os diversos formatos disponíveis para campanhas com foco na atração permanente dos e-consumidores.
Mas, o fato é que, também no ambiente digital, é preciso atenção e ainda, muito mais foco. A velocidade da informação neste meio é muito maior. É extremamente importante estar alinhado à era do “tempo real”. Planeje metas acima da média e leve em consideração o crescimento incrível de e-consumidores no Brasil. Seja agressivo nas metas de crescimento. São 60 milhões de computadores em uso (fonte: FGV) e 36,4 milhões que acessam a web (fonte: Ibope Nielsen Online).
Na loja física, você pode fidelizar quem chega até você, mesmo que decorrente de propaganda ou mala direta. Na loja virtual, você vai até as pessoas com muito mais assertividade, desde que aplique com maior ênfase, o seu planejamento não apenas alinhado às metas da empresa, mas com o objetivo de ultrapassá-las, porque o marketing digital, quando bem aplicado, possibilita resultados surpreendentes. Porém, nunca esqueça de ajustar suas campanhas de acordo com os resultados.  Defina muito bem seu público alvo.
Mas, antes de começar qualquer campanha online, é imprescindível contar com um portal em absoluta ordem. Se ele não estiver à altura da propaganda, os riscos de repelir o público são grandes. O primeiro passo a ser dado é o alinhamento dos diferenciais da marca com as informações disponíveis no site. Perguntas como: Quem é meu portal de e-commerce? Aplico preços condizentes com o mercado? Quais perfis de cliente busco? Meu mix de produtos está bem posicionado em relação aos concorrentes? E a apresentação? Está em consonância com o conteúdo? Lembre-se de que a imagem é a primeira impressão.
As campanhas iniciais devem ter metas em consonância com o começo de um trabalho de marca. As expectativas precisam estar alinhadas a esse início. Não se pode esperar uma alta taxa de retorno, pois esse é o momento em que você está descobrindo a receptividade de seus produtos e serviços. O que é fundamental são as questões acima mencionadas, básicas para qualquer plano de marketing, para que a probabilidade de resultados positivos seja maior, já que as ações iniciais foram bem planejadas.
A partir de uma cultura previamente estabelecida, se os retornos não forem alinhados com a expectativa inicial, chega o momento de avaliar quais ferramentas de marketing estão sendo utilizadas. Para se chegar a essa conclusão, é necessário experimentar todas e em cada uma delas, analisar o ROI (Returno on Investiment). É nessa parte que teremos um marketing digital realmente efetivo. Não adianta investir sem analisar resultados, o segredo é não “queimar” dinheiro. Fazer investimentos conscientes, sempre focando em bater metas – que devem ser estipuladas previamente e investir em ferramentas que forneçam resultados são fatores chave para se analisar qual mídia realmente vende. Esse é o grande segredo do ROI.
O ROI mostra se a mídia utilizada está ou não com um bom aproveitamento em vendas. Exemplo: invisto R$ 1 mil em marketing, se com esse valor, vender R$ 9 mil, o ROI é 9.
No meio digital, medir o desempenho de cada campanha é algo mais que possível. As ações realizadas trazem relatórios analíticos de acessos ao seu portal que mensuram conversão em vendas por cliques, sejam através de webanners em outros sites, links patrocinados, busca orgânica ou email marketing.
Todos os formatos são importantes e complementares. O que deve ser identificado é qual (s) traz mais retorno. A internet se tornou o terceiro veículo de maior alcance no Brasil, atrás apenas de rádio e TV. 87% dos internautas utilizam a web para pesquisar produtos e serviços (fonte: Ibope Nielsen Online).
Uma pesquisa da Associação norte-americana de email marketing apontou que o canal traz o maior ROI entre todos os métodos de Marketing direto. O ROI médio em e-mail Marketing é de US$ 45,06 para cada dólar investido, mais do dobro do ROI conseguido com o Marketing na internet, que é de US$ 19,94.
O ROI ajuda o lojista a realmente entender quais as mídias que trazem de fato o resultado em vendas para empresa. Levando isso em conta, fica claro que não podemos iniciar uma campanha online sem contar com uma boa ferramenta para medir, por exemplo, se aquele real gasto em um banner, está trazendo ou não vendas para o site.
Uma vez solidificado esse processo, em que se percebe a audiência e conversão em vendas por meio das campanhas já estabelecidas, o marketing através de seu próprio canal também merece muita atenção.
Quando você fideliza o e-consumidor, ele acaba indo até o seu site antes mesmo de novas ações em outros formatos de mídia. Porém, isso não significa que você deve parar, o investimento em marketing online é um ciclo que não acaba. Mas, medir a criação de novas ações por meio do site também pode ajudar bastante.
Se você coloca um banner promocional na home do e-commerce e mede os cliques no site e a conversão de determinada promoção, por exemplo, pode, em apenas um dia, saber de sua eficiência, mudar imediatamente ou prosseguir com a mesma em outros formatos de comunicação.
Por fim, seja qual for a ferramenta que mais trouxer resultados – buscadores, comparadores de preço, banners, parcerias com portais relacionados com seu target, e-mails marketing, entre outras -, é fundamental que o foco esteja sempre centrado nos resultados e não apenas no meio em si. Nesse ponto, volto ao velho e bom marketing, seja on ou off line. É verdade que os recursos digitais possibilitam mensurar como nunca antes, mas a estratégia sempre será da equipe de comunicação que está por trás de todo o processo.
Na internet, o marketing deve ser baseado em resultados, principalmente para as vendas online. Para entender o ROI de seu negócio, são necessárias ferramentas como Google Analytics e, claro, uma análise diária. Cada negócio tem sua particularidade. Não tem receita de bolo. O segredo é analisar, planejar e focar em mídias que realmente vendem.
O lojista da internet que criar um histórico ao longo dos primeiros meses para entender que tipo de mídia realmente funciona para seu público certamente saberá fazer seu comércio eletrônico girar e crescer. Sem dúvida, a receita de hoje não é a mesma de amanhã. O aprendizado é diário, principalmente, porque, na era digital, tudo muda a todo o momento.  Hoje, são 60 milhões de computadores em uso e, em 2012, a projeção é chegar a 100 milhões deles (fonte: FGV). O que basta? Inovar porque, daqui a três anos, é muito provável que novas e novas formas de se fazer marketing também irão surgir. As redes sociais estão aí para provar a constante mutação. E que venha a web 3.0.

Por Natan Sztamfater

Você já ouviu falar em geração de leads? Se trabalha na área comercial ou de marketing, é provável que já tenha ouvido e, se ainda não conhece o termo, certamente irá conhecer.
A Wikipédia define leads como a identificação de uma pessoa ou empresa que deseja adquirir um determinado produto ou serviço. É o primeiro passo do processo de vendas.
Mas vejam bem, o lead não é apenas uma análise de mercado onde se identifica um perfil de público alvo e cria-se uma base de dados. Isso é mailing. Lead é uma pessoa ou empresa pré-disposta a adquirir um serviço ou produto.
Os leads podem ser gerados de diversas formas: Telemarketing, Mala Direta, E-mail marketing, Eventos, e, mais recentemente, Websites.
No Brasil existem raras empresas que trabalham na geração de leads via web. Nos EUA esse mercado é extremamente bem desenvolvido (lá chamado de referral) e na Europa está começando a amadurecer. As empresas que captam leads via web trabalham fortemente com marketing de busca e com programas de afiliados.
O melhor de tudo é que as empresas que geram leads via web atuam num modelo de “divisão de risco”, cobrando apenas por lead gerado. Todo o investimento em mídia, desenvolvimento de sites, sistemas e análises é absorvido pelas empresas que geram os leads e seus clientes pagam apenas por lead enviado. Ou seja, se a empresa não gear nenhum lead, assume todo o custo de mídia e não recebe nada. E dessa forma é muito mais fácil convencer os clientes, pois não não são necessárias altas verbas de marketing, diversas aprovações, compra de espaços de mídia, etc. Quem fornece os leads cuida de tudo. E a evolução do webmarketing.
Mas há quem não goste desse modelo. Os leads são o terror das agências tradicionais, pois grande parte do lucro destas vem de campanhas que não são comprometidas com resultados. Quando se muda o modelo de marketing para a geração de leads não adianta mais ficar criando diversas peças publicitárias, filmes, anúncios, etc, se estes não gerarem retorno comercial. E é nessas criações que as agências tradicionais ganham muito dinheiro. Ganham até dos veículos de comunicação (BV).

Outro segmento que não pode ouvir falar em leads é o de televendas ativo. Quando se contrata um call center para um trabalho ativo de televendas, paga-se por posição contratada. Grandes empresas contratam centenas, às vezes milhares de posições (PA’s) e os call center conseguem uma ótima margem de lucro. Com os leads não é mais necessário contratar 100 PA’s. Com 10 PA’s talvez se consiga entregar o mesmo resultado. E quem contrata economiza 90 PA’s.

Por fim, o modelo de leads via web serve para praticamente todos os tipos de serviços e alguns tipos de produtos. E um lead não funciona apenas com operações de vendas. Um lead pode ser também um chamariz para uma negociação futura. Um exemplo são leads de test-drive onde o interessado agenda um test-drive em algum veículo, é gerado o lead e apenas após o teste a negociação se inicia. Nos EUA e na Europa vendem-se leads de todos os tipos. Desde os leads tradicionais como interessados em adquirir uma linha telefônica ou um empréstimo bancário até leads “diferentes” como interessados em fazer um implante capilar ou apenas em um programa de reeducação alimentar. Em alguns casos o índice de sucesso de vendas em cima de uma base de leads chega a 80%. Um retorno mais do que excelente.

Agora nos resta ver como o mercado nacional irá reagir a esse modelo. O modelo de leads tem tudo para dar certo também no Brasil, mas com certeza muitas agências grandes vão jogar contra. Vamos ver quem vencerá.

Por Giuliano Sarzana

Será que finalmente estamos prontos para admitir que os métodos tradicionais de ensino são pouco eficientes e devem evoluir rapidamente? Pelo menos é o que aponta um estudo publicado pelo governo americano, que compila os resultados de 10 anos de pesquisa e conclui que os recursos de aprendizagem on-line constituem uma maneira mais eficiente de aprender do que o ensino tradicional.

A pesquisa (em inglês, arquivo PDF) propôs uma meta-análise que chega a uma conclusão já amplamente difundida no mundo corporativo: sentar em uma cadeira e ficar olhando alguém falar não leva o aluno a grandes resultados. Neste contexto, devemos nos lembrar de como nasceu o modelo de educação em vigor e questionar por que é tão difícil fazê-lo evoluir. Quais são os mecanismos que realmente despertam o aprendizado e como desenvolvê-los?

Assistir não é aprender!

O pecado original da área educacional é tratar o conhecimento como se existisse a possibilidade de transferi-lo, como se transfere vinho da garrafa para o copo. Porém, conhecimento não se transfere, mas se constrói; o futuro do aluno depende menos de quem sabe e mais de o que ele mesmo vai fazer para aprender. A industrialização do processo educacional foi influenciada pela filosofia Taylorista; em geral, os governos são considerados responsáveis por preparar, em grande escala, cidadãos e profissionais capazes de sustentar a economia do futuro. Por questões logísticas, desenhou-se um modelo para dividir o problema em partes: por idade, por ano, por matéria, por sala, por região. Assim, foi abafada a individualidade do desenvolvimento intelectual, procurando um difícil equilíbrio entre ensinar a todos e respeitar o ritmo de cada um.

Fatalmente, entre seguir o programa e atender às peculiaridades de cada aluno, o professor não tinha opção. A padronização da aprendizagem começou: “sente, escute, anote, até a próxima”. Isso acomoda o aluno numa postura passiva e as escolas, em vez de formar profissionais e cidadãos pró-ativos, formam espectadores. Paradoxalmente, enquanto as corporações modernas evoluíram para modelos organizacionais mais flexíveis e abertos a sugestões, como o sistema japonês de produção, boa parte dos sistemas de ensino têm dificuldade em evoluir. Acontece que os alunos-internautas são hoje os principais atores da mudança. Por não aceitarem mais o status quo, eles se tornaram instigadores de novas práticas.

É necessário adaptar o processo a cada aluno

Pensando bem, das situações que ensinam algo na vida, você vai se lembrar de duas: grandes alegrias e sofrimentos. O que realmente gravamos está intimamente vinculado ao que sentimos; e o que sentimos está ligado ao nosso grau de envolvimento no que está acontecendo. Portanto, colocar o aluno como principal ator do seu aprendizado é geralmente mais eficiente do que colocar o professor numa posição central.

Isso não quer dizer que aprender é um ato desestruturado e individual. Pelo contrário, ele deve ser planejado, acompanhado e adaptado. É este o papel fundamental de quem sabe: escutar e orientar e, não, palestrar. As tecnologias educacionais, neste sentido, representam uma verdadeira mudança de paradigma, já que oferecem escalabilidade, canalizando a experiência do aluno, sem engessá-la. Por exemplo, atividades on-line com previsão de 30 minutos de duração são realizadas por alguns alunos em 20 minutos, enquanto outros levam até 50 minutos. Juntando essas pessoas em uma mesma sala de aula, o ritmo imposto não agrada a nenhum dos dois. E tal sensação conflita diretamente com o estado emocional necessário para que se aprenda.

Comprometer o aluno é a única maneira de ele construir o seu conhecimento

Ao dar autonomia e recursos ao aluno, o mesmo assume uma postura completamente diferente em relação aos objetivos de aprendizagem. A variedade de serviços web disponíveis atende de maneira cada vez melhor às afinidades e restrições de cada um. Podcasts, wikis, webtvs, fóruns, conteúdos multimídia, games, chats, micro-bloggings, realidade aumentada, cada uma dessas tecnologias tem o seu valor e pode compor uma trilha de aprendizagem para fazer dessa experiência um sucesso. O uso desses recursos não pretende necessariamente substituir os encontros presenciais, porém, uma abordagem híbrida permite desenvolver uma experiência mais rica para todos. A responsabilidade do aluno no bom uso desses recursos melhora naturalmente os resultados dos momentos de troca. De ouvinte, ele se torna participante, animador e moderador.

Os principais desafios já podem ser superados

Se todos os estudos recentes mostram que inserir uma boa dose de tecnologia no processo de aprendizagem é irreversível e vantajoso, ainda existem restrições para que isso se torne uma realidade no Brasil.

Primeiro, a escalabilidade, pois os grandes projetos de e-learning contemplam hoje dezenas de milhares de pessoas. Os desafios educacionais do país, desde a alfabetização até a formação de técnicos para a indústria, passando pela preparação da Copa de 2014, abrangem milhões ou até dezenas de milhões de pessoas. Portanto, os investimentos necessários em infra-estrutura física e lógica para superar esses desafios são significativos, apesar de sensivelmente inferiores aos investimentos necessários para melhorar a qualidade do ensino presencial.

Segundo, o acesso na ponta, que embora venha sendo aprimorado de maneira rápida e contínua (13,4 milhões de conexões banda larga e 50 milhões de internautas no país passam em média 1h20 por dia na web), ainda é problemático. Ele depende basicamente das redes, dos dispositivos de acesso e da qualidade dos serviços, três pontos que ainda devem evoluir para se tornarem mais acessíveis ao público em geral. As LAN houses aparecem neste momento como uma alternativa transitória valiosa para compartilhar esses recursos e reduzir custos.

Por fim, a garantia da qualidade é uma questão central. Implementar métricas para ter um controle estatístico do processo ainda não é praticado sistematicamente em educação, sendo o campo mais promissor para as tecnologias educacionais. De fato, tradicionalmente o aluno é avaliado por meio de provas, mas pouco ou nada é levantado sobre como ele aprendeu para chegar a um determinado resultado. Isso muda radicalmente quando se trata de educação on-line, já que todas as ações do usuário logado podem ser acompanhadas (tempo de estudo, tipo de atividades, relação com os demais alunos, temas de preferência, etc.) para extrair correlações e melhorar o processo.

Como dizia Galileu “Não se pode ensinar nada a um homem; só é possível ajudá-lo a encontrar a coisa dentro de si”. E talvez esse tenha se tornado o principal papel de quem pretende hoje atuar em educação: ser o arquiteto de sistemas de aprendizagem híbridos cada vez mais eficientes.

Por Romain Mallard

Você deve estar se questionando: não é a mesma coisa? Eu respondo: Não. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, como diria minha amiga do Google, Lauren Pachaly, que ministrou uma excelente palestra sobre Publicidade Online, no evento Café COM Internet em Porto Alegre, em outubro.

Mas qual é a diferença, afinal de contas?

Vou comparar com a construção de uma casa. Você, com certeza, irá fazer um levantamento de todos os valores necessários para esta construção, dividindo percentualmente cada etapa deste processo, incluindo os valores para a contratação dos profissionais responsáveis pela obra, como engenheiro, arquiteto, pedreiros e decoradores.

Depois de concluída a obra, será necessária a aquisição de todo o mobiliário para a casa, e também a contratação de pessoas que irão dar manutenção na moradia, além, é claro, dos custos de infraestrutura, como água e luz.

Imagina uma construção com dez quartos, cinco salas, jardim etc. Quantos profissionais serão necessários para manter esta casa na mais perfeita condição de habitação?

Mas o que isso tem a ver com as diferenças entre loja virtual e operação? Uma loja virtual é somente uma parte para o sucesso deste projeto. No quadro abaixo, dividimos um projeto de e-commerce em três partes:

Na primeira parte, a solução de TI a ser adotada irá contribuir ou não para o sucesso desejado pela empresa. Por quê? Porque se a empresa escolher uma ferramenta de loja virtual inadequada ou obsoleta, ela irá encontrar enormes dificuldades na sua operação, pois alguns modelos não permitem associar produtos, não permitem oferecer descontos por aquisição de um produto junto a outro do mesmo segmento, não oferecem descontos para compras acima de determinado valor.

Resumindo: este tipo de solução não atende às necessidades básicas de se criar ações promocionais, regra essencial para a sobrevivência de qualquer operação de varejo. Por outro lado, este tipo de aplicação também não permite que a empresa tenha um bom posicionamento nas buscas orgânicas ou espontâneas, devido ao seu sistema ser do tipo condomínio (sistema utilizado por desenvolvedoras web para designar uma aplicação compartilhada com várias outras empresas).

Este tipo de aplicação é utilizado por diversas lojas virtuais, o que não permite uma customização individual. Desta forma, a loja virtual irá perder uma audiência muito qualificada, que na maioria das vezes corresponde a 50% da audiência total de um site. Ainda abordando este modelo de aplicação, outra dificuldade que o empresário irá perceber é a total falta de integração com seu sistema interno de estoque, faturamento e gestão de relacionamento com os clientes, tornando este aplicativo totalmente isolado da operação normal da empresa. Assim, este tipo de ferramenta, que num primeiro momento pode ser interessante pelo baixo custo de implantação, em médio prazo se mostra ineficiente, com prejuízos enormes para a adesão com sucesso ao comércio eletrônico desta empresa.

Portanto, se sua empresa pretende entrar com o pé direito no mercado virtual, procure conhecer os diversos tipos de aplicações para identificar qual irá atender suas necessidades em todas as etapas da sua trajetória para o sucesso.

Na segunda parte do projeto, é muito, mas muito importante mesmo, que sua empresa tenha profissionais dedicados à gestão da operação. De nada adianta escolher a solução ideal, se sua empresa não conta com profissionais com conhecimentos específicos na operação de um projeto de e-commerce. Um dos maiores problemas das empresas é exatamente encontrar um profissional capacitado para exercer estas tarefas.

E o pior de tudo é que muitas vezes este profissional existe na empresa, mas ele exerce diversas outras funções que não possuem nenhuma relação com o projeto de e-commerce. Se for realizada uma pesquisa com os sites de e-commerce de sucesso no Brasil, com certeza, uma das suas principais características é haver um gestor capacitado e dedicado para este projeto.

Portanto, identifique na sua empresa quem é o profissional com maior possibilidade de ser o responsável pela gestão deste projeto. Mesmo que ele não tenha todas as capacitações, é possível investir em treinamentos específicos para torná-lo um gestor competente.

A terceira etapa é a que considero a mais importante de um projeto de e-commerce: planejamento de todos os processos estratégicos do projeto, que eu denomino de Plano de Marketing e Comunicação Digital (PMCD), conforme quadro abaixo:


Etapas de um PMCD

Neste planejamento macro serão desenvolvidos diversos planos específicos, o Plano de Análise de Mercado (PAM), veja abaixo; o de Comunicação Online (PCO), com a definição de todos os formatos de comunicação e relacionamento com a Cadeia de Valor da empresa; o Plano de Search Engine Optimization (PSEO), para posicionar o site de forma correta nos mecanismos de busca, na elaboração e implantação do Plano de Mídia Online (PMO), responsável pelo planejamento de todos os formatos publicitários a serem utilizados pela empresa, visando ampliar a exposição na mídia online.

Plano de Análise de Mercado (PAM)

Depois da elaboração de todo o planejamento, a manutenção, o acompanhamento e monitoramento das ações propostas no PMCD serão fundamentais para o sucesso desta operação de e-commerce.

Acredito que agora ficou muito fácil de entender que uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Ou seja, a contratação de uma loja virtual não significa que sua empresa possui uma operação de e-commerce.

Você concorda?

Por Paulo Roberto Kendzerski

Se sua empresa ainda não fez um sólido planejamento de marketing digital para 2010, é melhor começar a pensar nisso. Aliás, você já está um pouco atrasado…

No próximo ano é preciso que as empresas estejam preparadas para utilizar a Internet como ferramenta de marketing digital em seus negócios. A questão da preparação talvez seja o ponto fundamental para as empresas brasileiras. Não basta imaginar que sua empresa, seja ela pequena, média ou grande, irá obter bons resultados com Google, Twitter ou Facebook, isoladamente.

Porém, pior que não saber, é pensar que sabe. Tantas idéias, tantas opções, tanto mercado digital, então como saber onde vale a pena investir tempo e dinheiro? É preciso começar obviamente (e parece que isso não é tão óbvio assim) – pela pesquisa on-line e pelo planejamento de marketing digital.

O planejamento de marketing digital é o ponto de partida de tudo. A única forma viável de a empresa utilizar adequadamente a Internet é através dele. Pois são infinitas as possibilidades da Internet, seja na criação de novas formas de negócio, seja na divulgação dos produtos, seja no atendimento aos clientes, enfim no Marketing Digital.

Somente elaborando um planejamento de marketing digital forte é que você pode criar o foco necessário para ser bem sucedido. Costumo dizer que a Internet pode ser um enorme exercício do niilismos, ou seja, do nada. Você perde o foco muito fácil. Assim o Planejamento de Marketing Digital é fundamental pois cria o FOCO necessário e obter retorno dos investimentos.

No meu livro A Bíblia do Marketing Digital eu defino um modelo de 7 estratégias de Marketing Digital. Como todo o modelo, ele não é completo ou único, mas é um excelente ponto de partida para o planejamento de negócios digitais.


As sete estratégias são: Conteúdo, Mídias Sociais, E-mail Marketing, Marketing Viral, Publicidade on-line, Pesquisa on-line e Monitoramento.

  1. Conteúdo: Você tem que oferecer algo útil e relevante para o consumidor. Algo que ele queria. A palavra é Informação.
  2. Mídias Sociais: Você tem que criar uma rede forte ligada ao negócio. Sem ela você não é nada. A palavra é relacionamento.
  3. E-mail Marketing: É, ele ainda vive. Nem todos os consumidores usam o Twitter, então você tem que ter ações de e-mail marketing. Aqui, um aparte: e-mail marketing pra quê? Essa é a pergunta que você tem que se fazer. Informativo, Promoção e Lançamento. É isso.
  4. Marketing Viral: Esta é a ferramenta mais importante, eficiente e lucrativa da Internet, e que poucas pessoas sabem utilizá-la No Marketing Viral, você multiplica tudo que faz por 10, por 100, por 1000. É aí que o seu negócio realmente decola
  5. Publicidade on-line: Você tem que ter um plano de mídia e divulgação que não pode ser só baseado no buzz. A publicidade é importante. Mas não é mais a mesma. Você tem que ser criativo e focar seu investimento em nichos. Além disso, você pode usar a publicidade on-line gratuita, através do SlideShare, YouTube, e tantos outros serviços web.
  6. Pesquisa: Assuma que o importante é o consumidor, não você, e que você não sabe NADA. Pesquise, pesquise, pesquise. Aprenda tudo que puder sobre seu consumidor on-line. Como pensa, o que quer, quem é, o que faz. Entenda sua mente.
  7. Monitoramento: Monitore tudo. E aprenda com isso. Quem mais vai te ensinar sobre Internet é a Internet. Monitore tudo. Monitore sempre. Mas analise o que está monitorando, entenda e aprenda com isso.

Resumindo: Pesquise, Planeje, Defina recursos, e Mantenha o Foco. Sempre. Comece a usar o Marketing Digital e insira seu negócio na Internet.

Aja agora, porque amanhã será tarde!

Por Claudio Torres

A imprensa em geral tem falado muito sobre o crescimento dos investimentos e nos resultados que as empresas têm conseguido com ações de publicidade online.

Neste artigo vamos buscar esclarecer algumas questões que são fundamentais para o completo entendimento de como funciona e quais possibilidades existem, além é claro de poder calcular o ROI (Return on Investiment), fundamental para avaliar o impacto destas campanhas.

É fundamental entender que uma campanha de Publicidade Online pode ser feita por qualquer empresa, independente do porte e/ou segmento, diferentemente da mídia tradicional, que exige um investimento considerável e sem possibilidade de reavaliação durante o período em que esta ação se desenvolve. E é exatamente esta a grande vantagem da Publicidade Online. As empresas podem definir QUANTO, QUANDO e ONDE vão investir.

Se pensarmos em Link Patrocinado então, as possibilidades são infinitas. Normalmente quando se pensa em campanha de Link Patrocinado a preocupação principal é definir palavras-chave para criar anúncios de texto nos mecanismos de busca, em especial o Google, que no Brasil detém mais de 92% dos resultados das buscas (veja pesquisa). Mas existem diversas outras possibilidades, como, por exemplo, campanha de Link Patrocinado por região, por perfil ou por contexto.

Por região, uma empresa pode definir diversos anúncios regionalizados ou locais, por exemplo. Para cada região será feito um anúncio específico de acordo com as particularidades desta região. Quer um exemplo?

Uma loja de calçados pode criar anúncios com destaque para botas nas regiões Sul e Sudeste e outro tipo de anúncio destacando sandálias para a região Norte e Nordeste, visto que o clima nestas regiões é completamente diferente.

Neste exemplo acima, o número de cliques e principalmente o CTR (Click-through rate, ou Taxa de Clique, em português) será elevado nas duas ações. Com certeza muito superior se o anúncio fosse um só e idêntico para todas as regiões. E a Taxa de Rejeição também será muito pequena.

Então na análise a ser feita da campanha, não devemos nos preocupar com o número de cliques??

Não!!!

Este é um dos erros mais primários que acontecem no momento da análise dos resultados das campanhas de Link Patrocinado. A impressão que existe no mercado é que uma campanha só é boa se tiver muitos cliques. Engano de quem pensa assim. O correto seria analisar se a campanha teve um CTR elevado e uma Taxa de Rejeição baixa. Considero uma Taxa de Rejeição ideal aquela que fica abaixo de 50%. Quanto menor a taxa de rejeição, melhor terá sido o resultado da campanha.

Falando em CTR, qual o % considerado bom?

As pesquisas feitas neste segmento falam em torno de 1 a 2%, mas se as campanhas forem desenvolvidas observando algumas premissas básicas, os resultados serão muitos superiores. Considero um valor em torno de 5% excelente, se os anúncios forem criados de forma planejada e o acompanhamento das campanhas for feito de forma dinâmica.

E aí é que começam os problemas. Normalmente as empresas decidem investir em Link Patrocinado sem que os profissionais envolvidos tenham o conhecimento necessário para administrar uma campanha, nem mesmo o tempo necessário para um acompanhamento dinâmico. E estas duas condições são fundamentais para o sucesso de uma campanha de Link Patrocinado.

Por quê? Porque numa campanha de Link Patrocinado o que foi bom pela manhã pode ter um péssimo resultado à tarde. Uma palavra que num determinado dia gerou bons resultados em outros pode não gerar nenhum resultado. E este acompanhamento precisa ser feito em tempo integral, para que sejam feitas as correções necessárias.

Seguindo a análise dos tipos de campanha de Link Patrocinado temos o anúncio por perfil. Quer mais um exemplo?

Um laboratório que fabrica remédios para menopausa pode desenvolver uma campanha de link Patrocinado focando somente em mulheres acima de 40 anos de idade. Desta forma irá atingir 100% do seu público-alvo. E os resultados serão muito bons. Quer outro exemplo?

Um fabricante de sutiãs para grávidas (conhecido por sutiã de amamentação) pode fazer uma campanha de Link Patrocinado somente para mulheres grávidas. E se for feito regionalizado, pode ainda oferecer vantagens adicionais como frete grátis para determinados estados, entrega em 24 horas para determinadas cidades. Enfim, uma campanha personalizada e totalmente segmentada.

E concluindo os tipos de Publicidade online numa campanha de Link Patrocinado, temos o anúncio por contexto, ou seja, o anúncio será mostrado em sites e blogs que tenham seu conteúdo de acordo com a definição do planejador desta campanha.

Mais um exemplo?

Um fabricante de artigos esportivos pode inserir anúncios de Link Patrocinado somente em sites de conteúdo esportivo. Assim, seu anúncio será criado de acordo com o esporte de cada site e direcionado para um público identificado com este segmento e que utiliza os produtos oferecidos por esta empresa.

E não esqueça: uma só palavra irá gerar cinco variações, que por sua vez irão gerar até 10 anúncios diferentes, por tipo de pesquisa. E como uma campanha não funciona com meia dúzia de palavras, então se prepare.

Concluo com um pequeno GRANDE detalhe para comprovar o sucesso deste tipo de ação. O usuário é que toma a decisão de pesquisar na web. Portanto, não é uma ação invasiva como a maioria dos outros tipos de mídia tradicionais.

E sua empresa está esperando o que para entrar de vez neste mundo digital?

Por Paulo Roberto Kendzerski

Durante o ano, o brasileiro apresentou uma mudança decomportamento e foi às compras e às transações financeiras via internet com muito mais frequência.

Mesmo com os resquícios da crise financeira de 2008 e o medo das empresas em não apresentarem bons resultados no comércio virtual, foi a partir do segundo semestre que as vendas aumentaram e, de acordo com o e-bit, até o dia 31 de dezembro, o faturamento no e-commerce chega a R$ 10,5 bilhões.

Por Alexandro Cruz